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Postado em 11/03/2021

Estudante gaúcha é uma das 14 brasileiras selecionadas para o programa americano da Academia de Ciência de Nova York

A chegada da pandemia fez com que a maioria das pessoas mudasse seus hábitos e atitudes. O isolamento social trouxe muitos desafios, mas isso não acomodou a aluna do Curso Técnico de Química da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha (Novo Hamburgo), Rafaela Julien Nienow (16 anos), umas das escolhidas para fazer parte de um programa extracurricular americano.

Residente em Dois Irmãos, ela relata que sempre buscou oportunidades fora da sala de aula e foi essa vontade que fez dela uma das 14 brasileiras selecionadas do programa “1000 Girls 1000 Futures”. Previsto para ser finalizado no mês de maio/2021, o curso do qual Rafaela faz parte está dividido em módulos e teve início no ano passado: “Estudamos sobre preparação acadêmica, liderança, comunicação e pensamento crítico. Em junho, juntamente com as outras participantes de diversos países, estarei participando do evento de conclusão do programa que será realizado virtualmente na Academia de Ciências de Nova York”, comentou ela.

Pesquisa

Sua participação no programa fez com que ela, juntamente com mais duas colegas dos EUA e uma de Cingapura, desenvolvesse um estudo sobre fatores externos a respeito do câncer de pulmão: “A gente pesquisa possíveis fatores externos (clima, condição socioeconômica, estilo de vida)que possam influenciar o surgimento da doença na população desses três países de origem do nosso grupo”, destaca.

Atualmente, a estudante é embaixadora do programa “inspirasonho” (inspirasonho.com.br), uma plataforma que apresenta inúmeras oportunidades para jovens do ensino médio. Muitos desses cursos são gratuitos.

Ao se referir à escolha de estudar na Fundação Liberato, ela foi taxativa: “Desde o 7º ano eu desejava estudar na Liberato. Daí, no 9º ano, eu me preparei para fazer a prova de seleção e hoje faço parte da escola”, falou sorridente com a conquista. Rafaela ainda destacou a importância da língua inglesa para entrar em programas do gênero: “Com o inglês a gente consegue ter mais oportunidades em programas destinados para o ensino médio. Nos EUA, assim como em outros países, por exemplo, as atividades extracurriculares são muito valorizadas e o idioma é fundamental”.

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