Estado tem menos quilômetros de rodovias consideradas péssimas

por Jornal Canudos

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou, na segunda-feira (13), o Anuário CNT do Transporte 2018, com dados estatísticos sobre diversos itens relacionados aos aspectos logísticos nacionais, como a situação dos modais rodoviário, aeroviário, ferroviário e aquaviário.

Conforme a pesquisa, o Brasil tinha, em 2017, 105.814 quilômetros de rodovias, suficiente para dar mais de duas voltas em torno da Terra. Destas, 8,92% (9.442 km) tinham ótima situação, 29,33% (31.040 km) estavam em bom estado, 33,63% (35.590 km) estavam em situação regular, 20,05% (21.217 km) estavam em estado ruim e 8,06% (8.525 km) tinham péssimas condições. Em relação ao ano anterior, o país ganhou 2.555 quilômetros de vias.

No Rio Grande do Sul, houve o aumento de 161 quilômetros de vias entre 2016 e 2017, de 8.657 para 8.818 quilômetros. No estado, houve uma diminuição da quilometragem de rodovias consideradas ótimas (de 4,57%, ou 396 km, em 2016 para 3,96% do total, ou 349 km), além das péssimas (333 km, ou 3,85% em 2016 para 298 km, ou 3,38% em 2017).

No estado, rodovias em bom e ruim estados aumentaram de um ano para o outro, e em condições regulares diminuíram. “Nesta edição, a série histórica expõe contradições, por exemplo, no segmento do transporte rodoviário”, diz o presidente da CNT, Clésio Andrade.

“Enquanto a frota de veículos continua crescendo exponencialmente, a malha rodoviária brasileira ainda padece de deficiências estruturais que contribuem para um índice crescente de mortes por acidentes de trânsito”, aponta.

Estado de conservação

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