Hospital da Visão deve retomar atendimentos pelo SUS no semestre

por Jornal Canudos

Espaço será administrado pela empresa IBSAÚDE, em parceria com o Lions

O Hospital da Visão de Novo Hamburgo deve retomar os atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no segundo semestre de 2018. A informação é do vice-presidente jurídico do Instituto Brasileiro de Saúde, Ensino, Pesquisa e Extensão para o Desenvolvimento Humano (IBSAÚDE), Vinícius Medeiros, que, em ato realizado na terça-feira (23), anunciou a reabertura do espaço, no bairro Jardim Mauá, em parceria com a Fundação Lions Distrito LD-2.

O hospital, construído em 1996 pelo Lions, chegou a atender mais de 80 mil pacientes pelo SUS, contabilizando 200 mil consultas e 11 mil cirurgias, sendo considerado referência em cirurgias oftalmológicas de alta e média complexidade no Rio Grande do Sul. Havia o impasse no local desde 2016, quando o contrato com a antiga gestora foi encerrado. Com isso, o Hospital da Visão passou a suprir somente as demandas da parte clínica.

A partir de agora, o local terá o nome de Hospital da Visão Lions/IBSAÚDE. Segundo Vinícius, após a assinatura do contrato, e assim que decorridos os prazos necessários para adequações e liberação de alvarás, o objetivo, em primeiro momento, é dar início ao atendimento clínico à população com especialidades médicas, com prioridade à parte oftalmológica. “E para o segundo semestre a abertura do hospital, com atendimento pelo Sistema Único de Saúde”, afirmou.

Importância

O diretor médico do IBSAÚDE, Luiz Antônio de Oliveira, vai coordenar a parte médico-assistencial da unidade de saúde. "É imensurável a importância deste projeto, não somente para as instituições envolvidas, mas para todas aquelas pessoas que vão poder realizar seu sonho de enxergar novamente", comentou.

De acordo com o presidente da Fundação Lions LD-2, Everton Fritsch, desde o ano passado a instituição tem se dedicado à missão de encontrar um parceiro para retomar as atividades do Hospital. “Foi então que vimos no IBSAÚDE, cuja vocação pela educação permanente em Saúde, capacidade técnica e operacional e vivência nacional e internacional em ações e projetos em saúde, a possibilidade de concretizar este anseio, que já não é só nosso, mas de milhares de pessoas”, ressaltou Fritsch

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